A coordenadoria nacional dos detetives e investigadores particular do Brasil, tem como missão ajudá-lo na localizão de; pessoas desaparecidas; veículos roubados; furtados; recuperação de cargas roubadas; localização de pessoas foragidas; localização de pais afim de confirmação de paternidade e conseguentemente a pensão.
Consultoria e treinamento de pessoal de portaria, motoristas de caminhões, vigilantes, seguranças,etc...
Também atuamos em casos conjugais, familiares,etc...
Se você é Detetive Particular, investigador particular de qualquer parte do Brasil e quer se juntar a nós, se tornando uma grande rede de profissionais, atuando em conjunto em casos de riscos e complexidade, esta é a sua oportindade, venha para "Coordenadoria Nacional dos Detetives Particulares do Brasil".
Vantagens
Recebimento garantia dos serviços prestados; Assistência jurídica 24:00 horas em qualquer parte do Brasil; Acolhimento se necessário com até 70% de descontos em qualquer parte do Brasil; Descontos em Convênios médicos e odontológicos; descontos em escolas,faculdades, universidades, pousadas, dentistas,etc...
Forma de de se filiar
solicitação por e-mail, taxa de 120,00 de adesão e mais uma mensalidade de R$25,00
E-mail.:douglasquental@uol.com.br
A Coordenadoria Nacional dos Detetives e investigadores Particulares do Brasil, com CNPJ, inscrito no Ministério da Fazenda, sob repônsábilidade do Seu diretor, com endereço sito á Rua Euclides da Cunha,247,1º andar, Osasco, São Paulo, Capital. Consta hoje com 1245 associados pelo Brasil
Fone.:11-3682-5688/cel>11-6746-2580
*Relatamos abaixo um artigo de autoria de Luiz Carlos Magalhães, Agente de Polícia Federal, lotado na SR/DPF/DF - Pesquisador integrante do Núcleo de Estudos sobre Segurança Pública e Defesa Social (NUSP) de Brasília, Distrito Federal. Luiz Carlos Magalhães* Resumo - O objetivo desse artigo é demonstrar que a inteligência policial deve ser utilizada para a produção do conhecimento que possibilitará ao Estado realizar o enfrentamento do fenômeno criminal do roubo de cargas, comprovando que o setor vitimizado diretamente pelo crime, apesar de ser específico, possui uma profunda intercomunicação com outros setores da economia, o que torna o problema global, ocasionando a formação de obstáculos para o crescimento do Brasil. Faremos uma abordagem com dados sobre o fenômeno de fontes extra-oficiais disponíveis, além dos dados oficiais da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. 1. Introdução O crescente do fenômeno da violência no Brasil torna a vida cotidiana mais assustadora e cara. A sensação de insegurança que a sociedade brasileira é obrigada a enfrentar reflete suas mazelas no que os economistas chamam de "Custo Brasil" (1), prejudicando o desenvolvimento social e econômico do país. Quando um empresário brasileiro do setor de produção realiza uma análise de riscos da sua atividade, em geral, consegue diagnosticar que o ponto mais sensível para seus produtos é o momento que a produção sai da sua fábrica em direção a rede de distribuição do atacado e do varejo. Nesse itinerário, as atuações das organizações criminosas especializadas em roubo de cargas são quase sempre cirúrgicas e implacáveis. O consumidor, por conseqüência, é obrigado a pagar preços exorbitantes nas aquisições de produtos que incorporam no preço final as pesadas despesas oriundas de fretes e seguros contra roubo de cargas. O que torna mais grave o problema é que os receptadores de cargas roubadas, elo mais forte dessa corrente criminosa, possuem a vantagem da legislação ser muito benevolente e pouco eficaz para reprimir essas práticas. Os prejuízos causados ao setor econômico brasileiro pelo fenômeno criminal ora estudado girou em torno de setecentos milhões de reais no ano de 2004 (2). Diante deste quadro, não podemos cair no erro de tratar o roubo de carga como simples crime contra o patrimônio particular. As organizações criminosas que atuam no setor de transporte de cargas não o fazem baseados no princípio da oportunidade ou aproveitando descuidos casuais das vitimas. As estatísticas comprovam que as cargas mais visadas pelas Organizações criminosas são aquelas com alto valor agregado e na maioria das vezes com um mercado consumidor específico como no caso dos eletro/eletrônicos e medicamentos (3). 2. Desenvolvimento 2.1. Transportes rodoviários de cargas Apesar de o Brasil ser um país continental e dos estudos estratégicos demonstrarem que o transporte de cargas é mais viável economicamente quando realizado por modais de transportes como as ferrovias ou navegação de cabotagem, os gestores públicos brasileiros na década de 50 começaram a deixar bem clara a preferência nacional pelo transporte de cargas realizado através das rodovias. Com a chegada das indústrias automobilísticas no Brasil na década de sessenta e com os programas de subsídios de combustíveis, a preferência pelo modal rodoviário tornou-se uma política pública defendida pelos gestores públicos e adotada pela iniciativa privada nacional. Dados extra-oficiais indicam que o transporte rodoviário responde por aproximadamente 61 % das cargas transportadas no Brasil. No caso do estado de São Paulo, membro mais rico da Federação, onde os percentuais estatísticos indicam que 33,4% do PIB nacional é oriundo da economia paulista, a matriz de transporte demonstra que 93,3% do total dessa riqueza é transportada pelas rodovias. Fica claro que a concentração no modal rodoviário favorece o acumulo de problemas num setor que está no limite do seu esgotamento. Dentre outros, podemos citar como principais problemas que atingem o setor: A. Má conservação das estradas - O problema de infra-estrutura das rodovias aumentam os custos operacionais do transporte rodoviário e torna o setor suscetível às mazelas da "insegurança pública". B. Idade da frota dos veículos de transporte - Segundo dados das empresas do setor, a frota nacional possui aproximadamente 1.850.000 veículos e, dentre esses, cerca de 800.000 caminhões com mais de 20 anos de uso. A média de idade dos veículos do setor no Brasil gira em torno de 18 anos, o que é um índice considerado muito alto em relação a outros paises. C. Carga tributária elevada - Segundo dados das empresas do setor, a carga tributária consome 30% do faturamento das empresas de transporte. Se analisarmos os números de outros setores como, por exemplo, o sistema financeiro, nós podemos notar que esse setor paga cerca de 55% menos impostos que o setor de cargas, o que demonstra um desequilíbrio da incidência de tributos no setor de transportes de cargas em relação a outros setores da economia. D. Roubo de cargas - Esse fenômeno criminal é indiscutivelmente o fator responsável pelo maior aumento dos custos operacionais das empresas do setor, conforme será abordado nesse artigo. E. Preço dos seguros elevados - Esse item possui relação direta com o anterior, já que o gerenciamento de risco das empresas passou de 5% para 15% da receita bruta do setor, o que corresponde um valor de aproximadamente R$ 1,5 bilhões por ano. Segundo dados da FENASEG (Federação Nacional de Empresas de Seguros e Resseguros do Brasil), o mercado de seguros, que em um passado próximo possuía 15 empresas de seguros atuando no setor de transporte de cargas, com o aumento da incidência do roubo, hoje só opera no setor com praticamente 4 empresas seguradoras, o que ocasionou um aumento astronômico no preço de seguros. Para algumas cargas específicas de alto risco as seguradoras simplesmente não realizam a cobertura. F. Tempo elevado de espera para operacionalização do procedimento de carga e descarga - O Brasil vem batendo todos os seus recordes de produção, principalmente na agroindústria. A produção para exportação do país está cada fez mais incentivada pelas políticas públicas, mas o Brasil possui um problema sério que é o gargalo do escoamento da produção para o exterior, ocasionado pelo sistema precário dos nossos portos. As cargas chegam dos locais de produção e ficam aguardando em filas quilométricas o momento de descarga no porto. Esse fenômeno é denominado pelos especialistas do setor como a silagem móvel. A falta de estrutura de armazenamento no Brasil obriga as empresas a colocarem suas mercadorias nos caminhões para aguardar o escoamento pelos portos, aumentando o índice de roubo de cargas, já que as rodovias não possuem estrutura de vigilância para inibir a ação criminosa. 2.2. Inteligência policial e análise criminal, aplicadas ao roubo de cargas. Nesse item, realizaremos uma rápida abordagem conceitual sobre o tema inteligência policial, passando a explicar a ferramenta da análise criminal, para demonstrar ao final do artigo que as duas vertentes podem ser uma excelente solução para o combate e prevenção dos roubos de cargas no Brasil. Atualmente, a palavra inteligência vem sendo utilizada com várias interpretações no mundo. Na língua portuguesa, segundo o dicionário do professor Dr. Soares Amora: "Inteligência é - Faculdade de entender, de conhecer;". Para os ingleses, Intelligence é um serviço de produção de conhecimento sensível de interesse do Estado. Legalmente, no Brasil, "inteligência" está conceituada no artigo 1º, parágrafo 2º, da lei 9.883 de 07 de dezembro de 1999. Se a palavra inteligência possui esses significados citados, o que seria "Inteligência policial"?

